top of page

IV SEMINÁRIO

Perspectivas Globais: As Transformações nos Debates de Gênero.

Nos dias 24, 25 e 26 de outubro de 2023, será realizado o IV Seminário MaRIas – Perspectivas Globais: As Transformações nos Debates de Gênero. O Seminário será em formato híbrido dividido em quatro segmentos: 1) Conferência de Abertura e Encerramento na modalidade presencial; 2) Apresentações de trabalhos na modalidade online, por meio de plataforma digital, 3) Roda de Conversa no prédio do IRI-USP na modalidade presencial, e; 4) Minicursos ofertados na modalidade online, por meio de plataforma digital, com informações a serem divulgadas posteriormente.

O IV Seminário MaRIas – Perspectivas Globais: As Transformações nos Debates de Gênero é uma iniciativa das MaRIas – Grupo de Pesquisa em Gênero e Relações Internacionais do Instituto de Relações Internacionais da Universidade de São Paulo (IRI-USP).

 

Desde 2020, temos organizado esse evento com o intuito de fortalecer os debates sobre gênero no campo das RI, promovendo um espaço rico de troca e reflexão entre pesquisadoras e pesquisadores de diferentes regiões do Brasil e da América Latina


Debates de Gênero é o tema do ano para as MaRIas. Anualmente escolhemos um recorte temático que guia as nossas atividades, os grupos de estudos, o Seminário e as pesquisas desenvolvidas. Ao longo dos anos, nos propusemos a ampliar nosso diálogo para além da academia e trazer à mesa de conversa a sociedade civil, como no ano de 2022, em que diversas atividades foram desenvolvidas em parceria com ONGs, membros do poder público e de organismos internacionais.

 

Abaixo encontra-se o documento de edital onde encontram-se todas as informações sobre o evento.

Para conferir o Edital:

IV SEMINÁRIO MARIAS (7) (1).png

Minicursos

Nessa edição tivemos quatro minicursos. Todos totalmente online.

13.png

Pesquisas feministas e de gênero: articulando Metodologias, conceitos e teorias

O que você foi nesse minicurso?

Foram abordadas algumas características, problemas e noções iniciais envolvendo três aspectos: metodologias, conceitos e teorias sensíveis ao enfoque de gênero, para auxiliar no desenvolvimento de  agendas de pesquisas, apresentações de trabalhos, escrita de artigos científicos, Trabalho de Conclusão de Curso (TCC), dissertações, teses etc.

Quem ministrou o minicurso?

Danielle Passos

Mestranda em Ciências Sociais pela Universidade Estadual Paulista "Júlio de Mesquita Filho" (Unesp - Marília). Graduada em Relações Internacionais pela Universidade Federal de Sergipe (UFS). Pesquisadora em Teoria das Relações Internacionais, com ênfase na América Latina e nas Perspectivas feministas.

5.png

Enndiel Mendes

Mestranda em Ciências Sociais pela Universidade Estadual Paulista "Júlio de Mesquita Filho" (Unesp - Marília). Graduada em Relações Internacionais pela Universidade Federal de Sergipe (UFS). Pesquisadora em questões acerca dos conceitos de Corpo e Gênero nas Relações Internacionais.

Cultura e gênero: uma interpretação à luz da política das emoções

O que você foi debatido nesse minicurso?

O objetivo do minicurso foi instigar o debate a respeito de questões de gênero e o papel político das emoções que, infelizmente, não são abordadas nos cursos de Relações Internacionais no Brasil e inspirar pesquisas futuras a fim de agregar a essa área. Por fim, esse encontro foi, sobretudo, um espaço de troca, no qual as palestrantes dialogaram com os(as) participantes sobre a possibilidade de conexão entre os temas pesquisados por eles(as).

Quem ministrou o minicurso?

Ana Luiza Gomide

Graduada em Relações Internacionais pela Universidade Estadual Paulista "Júlio de Mesquita Filho" (Unesp - Marília). Mestranda em Relações Internacionais pela Universidade de Uberlândia (UFU), na linha de Política Externa e Instituições Internacionais, com ênfase em tráfico internacional de mulheres.

cardoso.png

Ana Lívia Cardoso

Graduada em Relações Internacionais pela Universidade Federal do Rio Grande (FURG). Mestranda em Relações Internaionais pela Universidade Federal de Uberlândia (UFU), na linha de Política Externa e Instituições Internacionais, com ênfase em cultura, identidade e política externa soviética.

Por cidades feministas na América Latina: contexto e desafios

9.png

O que você foi debatido nesse minicurso?

Uma das regiões mais urbanizadas do mundo, a América Latina tem 80% de sua população vivendo em cidades. Dessa maneira, os principais problemas que afetam a população da região ocorrem nos centros urbanos, não sendo possível ignorar a importância dos governos locais e das políticas públicas na garantia dos direitos dos cidadãos. Não obstante, a análise das políticas urbanas deve levar em consideração a perspectiva de gênero, já que as cidades não são vividas da mesma forma por homens e mulheres, nem por todas as mulheres da mesma forma. A urbanização capitalista é sustentada pela divisão sexual do trabalho, onde o habitat natural das mulheres é o espaço doméstico e do trabalho reprodutivo não remunerado, enquanto que do homem, é o espaço público, do trabalho produtivo.

Esse minicurso buscou então suscitar a reflexão sobre a desigualdade de gênero nas cidades latinoamétricanas a partir da articulação interdisciplinar de diversos campos das ciências sociais e da ciência política, sobretudo das relações internacionais, dos estudos feministas, do urbanismo e da análise de políticas públicas, e apontou perspectivas e desafios para se garantir o direito das mulheres à cidade.

Quem ministrou o minicurso?

Kelly Agopyan

Pós doutoranda no Programa USP Cidades Globais (IEA-USP). Doutora e Mestra pelo Instituto de Relações Internacionais da Universidade de São Paulo (IRI-USP) com pesquisa sobre direito à cidade. Atua há dez anos com questões urbanas, políticas públicas, direitos humanos e estudos de gênero.

Gender Mainstreaming e Transversalidade de Gênero como práticas de transformação política

O que foi debatido nesse minicurso?

As práticas de gender mainstreaming, com a tradução/ressignificação para o portugês sendo transversalidade de gênero, que despontaram principalmente a partir de 1990, vêm incorporando noções do feminismo e enfoques de gênero à formulação política. Isso significou a adoção de atitudes estratégicas para combate à desigualdade de gênero nos mais variados setores e temas políticos, assim como dentro de instituições. O conceito, entretanto, ainda levanta diversos questionamentos no plano teórico e prático. Apesar de ter sido criado por feministas como um meio internacional de organização para criação de políticas visando a igualdade de gênero, o mainstream (que pode ser traduzido como dominante ou convencional) torna-se ele mesmo uma prática de poder.

Nesse sentido, este minicurso teve como objetivo dialogar a respeito das formas de implementação de práticas de gender mainstreaming. Pretendemos debater acerca das diferenças entre teoria e prática, ao passo que questionamos a multiplicidade de implementações de acordo com diferentes países, bem como a forma como essas práticas dialogam com as demandas que surgem a partir do Sul Global e se representam um potencial transformador.

11.png

Quem ministrou o minicurso?

Maria Eduarda Dall’Áqua

Mestranda em Ciência Política pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Graduada em Relações Internacionais pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). Pesquisadora em Cidadania Política de Gênero, com ênfase em América Latina.

Sabrina Chiuza

Mestranda e Graduada em Relações Internacionais pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). Pesquisadora em Política Externa, Gênero nas Relações Internacionais e Colonialidade.

leia mulheres (1)_edited.png

MaRIas USP

© 2026 Todos os direitos reservados
Em conformidade com a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD - Lei nº 13.709/2018)

Contato: marias@usp.br

 

bottom of page